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Mostrando postagens de Fevereiro, 2018

ESTUDO DE CASO PRÓPRIO: Alergia ao leite de vaca devido a beta-caseína A1A2 (beta-casomorfina-7)

Fonte da imagem:   https://www.diabetesselfmanagement.com Olá Pessoal! Recentemente descobri que não possuo apenas a intolerância a lactose, isto porque cortei a lactose totalmente e continuei tendo os sintomas, na verdade os produtos sem lactose (aquele que dizem ter a enzima lactase) me faziam mais mal ainda do que os com lactose.  Usar a enzima de lactase antes de consumir um produto lácteo, era ainda pior! Assim, resolvi pesquisar o que poderia estar acontecendo, e foi graças à um médico muito querido do Hospital Vitória descobri que não tolero a  beta-caseína A1A2 - a beta-casomorfina-7 (BCM-7) que existe no leite de vaca. Fiz o teste retirando todo o leite da alimentação e incrivelmente tudo melhorou. Existem exame especifico para ter certeza desta sensibilidade.  Assim, espero ajudar outras pessoas e pacientes no consultório e garantir uma qualidade de vida. Segue abaixo um post científico que explica mais sobre este fenômeno comparando com o leite d

Efeitos da vitamina K na atividade física: aumento da performance

Fonte da imagem:   https://www.organicfacts.net O termo vitamina K representa um grupo de compostos lipossolúveis, que são essenciais para diversas reações no nosso organismo, incluindo a homeostase da coagulação e metabolismo ósseo. Além destas funções, a vitamina K tem sido proposta para redução do risco de doenças cardiovasculares, por diminuir a calcificação vascular – condição determinante para a aterogênese. Um ensaio clínico realizado com pacientes diagnosticados com doença coronariana identificou que a administração de vitamina K2 – forma considerada mais biodisponível - foi correlacionada com mudanças endoteliais, reduzindo a progressão da aterosclerose. Outra análise, verificada a partir de dados de 42 pacientes que apresentavam risco de doenças cardiovasculares, também mostrou associação entre a administração de vitamina K2 e redução da progressão de aterosclerose, resultado que foi atribuído ao aumento, significativamente, dos fatores inibidores de calcificação

Pesquisadora da USP produz chocolate funcional com probióticos

Fonte da imagem:  https://www.guthealthproject.com Novo chocolate funcional, produzido na USP, contém micro-organismos vivos que conferem mais benefícios à saúde humana. Além das propriedades antioxidantes presentes no cacau, os probióticos melhoram as funções gastrointestinais, reduzem o risco de constipação e a possibilidade de desenvolvimento de várias doenças como o câncer de cólon. A pesquisa, que foi feita na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, traz novas alternativas para o mercado de alimentos. O chocolate meio amargo poderá substituir os produtos lácteos encontrados nos supermercados que não podem ser consumidos por pessoas com intolerância à lactose, alérgicos ou com restrição de proteína animal. Os probióticos aplicados ao chocolate foram o Lactobacillus acidophilus e Bifidobacterium animalis, semelhantes aos presentes naturalmente no organismo humano, mas que ao longo da vida vão se perdendo pelo consumo de alguns alimentos industria

ARTIGO CIENTÍFICO PUBLICADO: The Open Sports Sciences Journal

Olá Pessoal! É com enorme alegria que divulgo aqui no blog mais um estudo científico publicado, agora na conceituada revista  The Open Sports Sciences Journal, com os professores Eduardo, Oslei e Gleidson. Agradeço imensamente à todos! Segue link para acesso ao artigo na integra inglês/português: https://benthamopen.com/FULLTEXT/TOSSJ-10-251 ·         Equation to Fat Percentage Estimation in Women with Reduced Bone Mineral Density ·         The Open Sports Sciences Journal, 2017, 10: 251-256 ·         Electronic publication date: 29/12/2017 ·         Collection year: 2017 ·         Publisher Id: TOSSJ-10-251 ·         DOI: 10.2174/1875399X01710010251