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ESTUDO: O efeito da Nigella Sativa (cominho) na função da Tireoide



FONTE DA IMAGEM: http://cancercompassalternateroute.com/therapies/nigella-sativa-oil/

A Tireoidite de Hashimoto é uma doença auto-imune considerada uma das causas mais comuns de hipotireoidismo que, quando não controlada, pode inclusive inativar completamente a glândula da tireoide.
O Black Cumin, extraído da semente de Nigella sativa, é conhecido popularmente como cominho preto e considerado como panaceia (a cura para tudo) por muitos povos, pois sua ação terapêutica abrange uma extensa lista de patologias.
O estudo compartilhado hoje mostra que o uso do Black Cumin pode auxiliar inclusive no tratamento de tireoidite de Hashimoto com a administração de 2 g/dia de Nigella sativa.
Foram selecionados para o estudo 40 pacientes acometidos pela doença por um período de 8 semanas. O resultado mostrou melhoras consideráveis dos níveis antropométricos e estado da tireoide dos pacientes, com redução dos níveis de anticorpos anti-TPO e aumento do T3.

FONTE DA MATÉRIA: Essentia Pharma

AUTORES DO ESTUDO: Mahdieh Abbasalizad Farhangi, Parvin Dehghan, Siroos Tajmiri e Mehran Mesgari Abbasi. BMC Complementary and Alternative Medicine - Novembro/2016.



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ESTUDO CIENTÍFICO: Demência e Cafeína


FONTE DA IMAGEM: http://www.thinkstockphotos.com

A cafeína é o principal composto bioativo do café, que tem ganhado muito destaque na literatura científica pelos benefícios que pode conferir aos consumidores desta bebida, sendo considerada uma das mais consumidas no mundo. Além do café, a cafeína também pode ser encontrada em grande quantidade em plantas como Camellia sinensins (chá verde), Illex paraguariensis (erva mate) e Paulinea cupana (guaraná).
Seu uso é relatado, principalmente, na melhora da disposição energética, devido ao seu efeito termogênico que permite maior catabolismo de gordura (lipólise) que em seguida é oxidada nas mitocôndrias, com o adequado estímulo oxidativo.
Além desta importante função, a cafeína tem sido sugerida para a melhora de parâmetros cognitivos.
Um estudo realizado com mulheres mostrou positiva correlação entre o consumo de produtos com cafeína e redução de problemas cognitivos relacionados ao envelhecimento os mediadores de doenças neurodegenerativas.
Outro estudo, também realizado com uma coorte de idosos, associou o consumo moderado de café com a redução da incidência de comprometimento cognitivo leve e demência. Para este efeito, os autores sugerem a cafeína como um potente agente neuroprotetor.
Uma possível justificativa para esta ação neuroprotetora da cafeína refere-se à modulação positiva de alguns componentes do sistema nervoso central. Um estudo in vitro, conduzido por indianos, mostrou que a cafeína aumenta os níveis da enzima Ácido Nicotínico Mononucleotídeo Adenil transferase 2, que é importante para a manutenção e proteção do sistema nervoso central, sendo considerada chave essencial para muitos processos celulares.
Ainda, a cafeína é proposta como inibidora do processo da deposição e expressão da placa Beta Amiloide que é um componente responsável pelo declínio da função cognitiva na doença de Alzheimer.
Desta forma, o consumo de bebidas com cafeína pode reduzir o risco de desenvolvimento de doenças neurológicas. Entretanto, é importante considerar que algumas pessoas são mais sensíveis aos efeitos da cafeína e não podem fazer uso, por isso a consulta com o seu Nutricionista Clínico é importante antes de se fazer uso sem indicação especializada.

FONTE DA MATÉRIA: https://www.vponline.com.br

Referências Bibliográficas:

·          FRIEDRICH, K.; SMIT, M.; WANNHOFF, A. et al. Coffee consumption protects against progression in liver cirrhosis and increases long term survival after liver transplantation. J Gastroenterol Hepatol; 31(8): 1470-5, 2016.
·          ASHIHARA, H.; MIZUNO, K.; YOKATA, T. et al. Xanthine alkaloids: occurrence, biosynthesis and function in plants. Prog Chem Org Nat Prod; 105:1-88, 2017.
·          TURKOZU, D.; TEK, N.A. A minireview of effects of green tea on energy expenditure. Crit Rev Food Sci Nutr; 57(2):254-258, 2017.
·          RICHARDSON, D.L.; CLARKE, N.D. Effect of coffee and caffeine ingestion on resistance exercise performance.J Strength Cond Res; 30(10):2892-900, 2016.
·          NEHLIG, A. Effects of coffee/caffeine on brain health and disease: what should I tell my patients? Proct Neurol; 16(2):89-95, 2016.
·          DRISCOLL, I.; SHUMAKER, S.A.; SNIVELY, B.M. et al Relationships between caffeine intake and risk for probable dementia or global cognitive impairment: The women´s health initiative memory study. J Gerontol A Biol Sci Med Sci; 71(12):1596-1602, 2016.
·          SOLFRIZZI, V.; PANZA, F.; IMBIMBO, B.P. et al. Coffee consumption habits and the risk of mild cognitive impairment: the Italian longitudinal study on aging. J Alzheimers Dis; 47(4):889-99, 2015.
·          YO, A.; BRADLEY, G.; LU, H.C. Screening with an NMNAT2-MSD platform small molecules that modulate NMNAT2 levels in cortical neurons. Sci Rep; 7:43846, 2017.

·          LI, S.; GEIGER, N.H.; SOLIMAN, M.L. et al. Caffeine, through adenosine A3 receptor-mediated actions, suppresses Amyloid-β protein precursor internalization and Amyloid-β generation. J Alzheimers Dis; 47(1):73-83, 2015.

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FELIZ PÁSCOA! DICAS SAUDÁVEIS PARA VOCÊ...

Chegou o período mais doce do ano, a Páscoa. E neste momento o primeiro pensamento é “dar um tempo” na controle alimentar e depois que acabarem os ovos correr atrás do prejuízo. Será que é o melhor caminho a seguir?
Com certeza não é. Se pensarmos assim não será possível evoluir no acompanhamento nutricional. Ou seja, o ano inteiro têm comemorações que atrapalham o objetivo do controle do peso. Somente nos últimos meses passamos por Natal, festa de Ano Novo, férias e Carnaval. Em breve teremos a Páscoa, depois inverno e só preocuparemos em seguir dieta firme quando chegar o verão.
Decididamente este é um ciclo que deve ser cortado. Vamos aliar as datas comemorativas com a Reeducação Alimentar!
Dicas:
- Antes de chegar o feriado da Páscoa é interessante seguir uma alimentação saudável e equilibrada. Precisamos evitar o ganho de peso neste período. E se possível, eliminar umas graminhas também.
- Se puder escolher o chocolate, prefira aqueles com mais de 70% de cacau. Além de possuir uma quantidade menor de açúcar, o cacau tem funções antioxidantes que são importantes para manter a beleza da pele, limpeza do organismo e controle do colesterol ruim.
- Divida o chocolate com familiares ou amigos.
- Se você não se sentir muito contente em dividir o seu chocolate, faça o seguinte: fracione o consumo. Como assim? Sim, consuma em pequenas porções por dia. Tente consumir no máximo 30 a 40 gramas por dia (equivalente a 3 a 4 quadradinhos da barra comum).
- Caso você dê uma pequena abusada no consumo do chocolate não tente compensar nas outras refeições ficando em jejum. Consuma refeições leves e ricas em vegetais e proteínas magras como o peito de frango e peixes.
- Não substitua uma refeição por uma quantidade maior do chocolate. Não pense apenas em equilibrar calorias porque o seu corpo precisa de nutrientes. De nada adiantará, pois o excesso de açúcares e gorduras irá ser acumulado na forma de gordura, mesmo dentro da quantidade calórica calculada para a refeição.

Desejo uma Feliz Páscoa à todos e que não esqueçamos da verdadeira essência desta data - Jesus Cristo!

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RECEITA: CHOCOLATE LOW CARB


INGREDIENTES

2 xícaras de coco ralado light;
3/4 xícara de óleo de coco extravirgem de boa qualidade;
1 colher de sopa de Castanha de baru ou pará
1 colher de sopa de Goji berry desidratado
1 colher de sopa de Cramberry desidratado
50 g de chocolate 55% de cacau
1 colher de chá de canela em pó
1 colher de sopa de adoçante culinário

MODO DE PREPARO:

1-     Coloque o coco ralado e parte do óleo de coco (1/2 xícara) no liquidificador, e bata por uns 4 minutos. O resultado é um líquido bem compacto, ficará apenas uma xícara no final.
2-     Despeje o líquido em forminhas de silicone - tem em vários formatos e fica lindo, e acrescente a canela em pó, a castanha, o goji berry e o cramberry picadinhos, e coloque no congelador;
3-     Depois, coloque o chocolate no restante do óleo de coco que deixamos de lado e coloque no microondas por 30 segundos. Mexa bem, e coloque por mais 30 segundos, e deixe esfriar um pouco, para não desmanchar a estrutura.
4-     Depois coloque em cima da camada de coco, e volte novamente no congelador uns 20 minutinhos.

5-     Pronto! Pode ser consumido 2 unidades ao dia. Ótima opção para esta páscoa!

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ESTUDO NOVO SOBRE O ÓLEO DE COCO:


FONTE DA IMAGEM: https://www.onnit.com

Olá Pessoal!

Vários pacientes em consultório têm me perguntado sobre as notícias que andam circulando sobre o óleo de coco e seus malefícios a saúde. De todas as matérias que pude apurar na mídia, nenhuma constava as referências ou seja, os estudos científicos que dizem sobre isso – que afirmem que o óleo de coco faz mal a saúde.
Assim, resolvi postar um estudo recente de 2017 - HARRIS,Margaret; HUTCHINS, Andrea; FRYDA, Lisa. The Impact of Virgin Coconut Oil andHigh-Oleic Safflower Oil on Body Composition, Lipids, and Inflammatory Markersin Postmenopausal Women. Journal of Medicinal Food, 2017 – que fala sobre o efeito do óleo de coco extravirgem e o óleo de cártamo em mulheres na pós menopausa, eles relatam que novos estudos são necessários para que se possa afirmar que o óleo de coco tem efeito inflamatório.

Segue abaixo o resumo do estudo científico traduzido:

Este estudo cruzado randomizado comparou o impacto do óleo de coco virgem (VCO) ao óleo de cártamo (SO) sobre a composição corporal e fatores de risco cardiovascular. Doze mulheres na pós-menopausa (58,8 ± 3,7 anos) consumiram 30 mL de VCO ou SO durante 28 dias.

A antropometria incluiu o peso corporal e a circunferência do quadril e da cintura. Os percentuais de gordura para o corpo total, andróide e ginóide, massa gorda e massa magra foram medidos usando absorciometria de raios-X de energia dupla (DXA). As mulheres mantiveram sua dieta típica registrando 28 dias de registros de alimentos durante o estudo. Os resultados foram analisados ​​com SPSS v24 com significância para P ≤ 0,05. As comparações são reportadas como teste t emparelhado uma vez que não se observou efeito de sequência de intervenção. VCO aumentou significativamente o colesterol total, TC (+18,2 ± 22,8 mg / dL), lipoproteína de baixa densidade (+13,5 ± 16,0 mg / dL) e lipoproteína de alta densidade, HDL (+6,6 ± 7,5 mg / dL). O SO não alterou significativamente os valores de lípidos. TC e HDL foram significativamente diferentes entre os óleos de teste. A alteração da razão TC / HDL mostrou um efeito neutro tanto do VCO como do SO. Uma pessoa teve reações adversas ao VCO e aumento da inflamação. VCO diminuiu a IL-1β para cada pessoa que tinha uma amostra detectada. O impacto de VCO e SO em outras citocinas variou numa base individual. Este foi o primeiro estudo avaliando o impacto do VCO na composição corporal em mulheres pós-menopáusicas caucasianas que vivem nos Estados Unidos. Os resultados sugerem que os indivíduos que desejam usar óleo de coco em suas dietas podem fazê-lo com segurança, mas mais estudos precisam ser realizados com maiores tamanhos de amostra, populações diversas e marcadores clínicos mais específicos, como o tamanho de partícula.

FICA A DICA:
Quando saí uma notícia na mídia precisamos sempre nos certificarmos qual é a fonte, qual estudo foi feito, tudo que é dito sem referência científica não é válido!!!

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BENEFÍCIOS CIENTÍFICOS DA FRUTA GRAVIOLA:


FONTE DA IMAGEM: https://store.grinrealnature.com/

Muito tem se falado da fruta graviola que é uma fruta levemente cítrica e cremosa, também é conhecida pelos nomes populares de Fruta-do-Conde, Sap-Sap e Jaca do Pará. Seu nome científico é Annona muricata L., pertencente à família botânica Annonaceae.
A Graviola é rica em carboidratos e fibras alimentares. Além disso, ela é uma excelente fonte de vitaminas (B e C) e minerais (magnésio, cálcio, potássio, fósforo e sódio). A Graviola também é rica em polifenóis, saponinas e flavonóides, que são antioxidantes. Estes antioxidantes inibem os danos dos radicais livres e previnem os primeiros sinais de envelhecimento, rugas e pigmentação.
O extrato de Graviola (em cápsulas ou pasta) é indicado para auxiliar no tratamento de doenças como: gastrite, úlcera, obesidade, prisão de ventre, diabetes, problemas digestivos, doenças no fígado, hipertensão, depressão, insônia, enxaquecas, gripes, vermes, diarreia e reumatismos.
O uso da Graviola é tão benéfica para tratar doenças distintas, devido à presença da vitamina C, que combate os radicais livres, protegendo as células saudáveis do corpo. Estudos realizados vêm procurando comprovar seus benefícios anticancerígenos, para auxiliar no tratamento de pacientes dependentes de quimioterapia e outros processos que agridem o organismo.
Para saber se é indicado o uso para o seu caso, consulte seu Nutricionista Clínico.
  
REFERÊNCIAS:

- TELES, Ana Claudia Martins et al. Desenvolvimento e caracterização físico-química de geleia comum e extra de graviola com pimenta. REVISTA DE AGRICULTURA NEOTROPICAL, v. 4, n. 1, p. 72-77, 2017.
- ALMEIDA, Lucas Carlos et al. TEOR DE VITAMINA C PRESENTE NA POLPA NATURAL E DA POLPA CONGELADA DA GRAVIOLA. ÚNICA Cadernos Acadêmicos, v. 3, n. 1, 2016.
- CARLOS, G. F. et al. AVALIAÇÃO QUÍMICA, FÍSICA E REOLÓGICA DO PÓ DE GRAVIOLA OBTIDO A PARTIR DO PROCESSO DE SECAGEM DE MISTURAS DE GRAVIOLA E LEITE EM SECADOR DE LEITO DE JORRO. Blucher Chemical Engineering Proceedings, v. 1, n. 3, p. 2201-2206, 2015.

- BENEVAL BENTO, Elisangela et al. Estudio etnofarmacológico comparativo en la región del Araripe de la Annona muricata L.(Graviola). Revista Cubana de Plantas Medicinales, v. 21, n. 1, p. 9-19, 2016.

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RECEITA: CHOCOLATE VEGANO COM ÓLEO DE COCO E CANELA




Ingredientes
- 6 colheres (sopa) de cacau em pó 
- 3 colheres (sopa) de óleo de coco extravirgem 
- 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
- 1 colher de café de canela em pó
- 1 colher de café de cravo da índia 

Modo de preparo

Misture bem todos os ingredientes, coloque em forminhas que desejar (preferencialmente de silicone) e leve ao freezer por alguns minutos até endurecer.

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FRAUDE DO AZEITE DE OLIVA: Veja os detalhes


FONTE DA IMAGEM: http://en.paperblog.com


Entre os óleos comestíveis comercializados mundialmente, o azeite de oliva é um dos mais importantes e antigos do mundo e muito utilizado na culinária mediterrânea. É rico em ácidos graxos monoinsaturados, principalmente o oleico (ômega-9), que possuem propriedades de reduzir concentrações sanguíneas de LDL (ou “mau” colesterol) e aumentar o HDL (“bom” colesterol).
Porém, para que possamos ter acesso a estes benefícios é necessário que o produto que vamos comprar seja de boa qualidade, e com isso resolvi repassar neste post uma informação que saiu nesta semana sobre a fraude do azeite de oliva, infelizmente.
Na semana em que os consumidores ainda estão confusos em relação à qualidade da carne brasileira, um novo teste da Proteste, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, constatou adulteração em diversas marcas de azeite de oliva, algumas delas consideradas impróprias para consumo in natura.
A entidade avaliou 24 marcas. Sete apresentaram fraudes por conterem misturas de óleos vegetais e animais. Uma das marcas não é extra virgem, embora a informação conste no rótulo. As marcas adulteradas, segundo a entidade, são Tradição, Figueira de Foz, Torre de Quintela, Pramesa e Lisboa, todos importados e boa parte delas envasadas no Brasil.
Duas outras marcas têm liminares da Justiça impedindo a divulgação de seus nomes.
No site da Proteste, os azeites que não atendem aos padrões mínimos de qualidade ou representa um risco à segurança do consumidor são identificados como "eliminado" do teste. O azeite Beirão extravirgem aparece com "qualidade ruim", e não é recomendado para consumo pela proteste.
Não dá para saber se a fraude vem da origem ou se ocorreu no processo de envasamento. Oteste foi feito em laboratório de Portugal, credenciado pelo Ministério da Agricultura e pelo Conselho Oleícola Internacional (COI). As marcas escolhidas são as mais vendidas no mercado.
Essa é a sexta edição da avaliação. As anteriores ocorreram em 2002, 2007, 2009, 2013 e 2016.
Alguns dos produtos, como o Tradição, o Pramesa e o Figueira da Foz são reincidentes na reprovação.
A proteste explica que o Ministério da Agricultura já emitiu multas a produtores ou importadores de produtos adulterados, mas problemas persistem. O Ministério refaz os testes e, muitas vezes, quando confirma o problema e pede a retirada do lote, o produto já foi vendido.
No ano passado, de 20 marcas avaliadas, oito foram reprovadas, sendo quatro por fraudes na fórmula e quatro classificadas erroneamente, já que eram apenas virgens (e não extra virgem, que é o azeite feito com o esmagamento de azeitonas a frio).
Foram considerados de excelente qualidade os azeites O-live, Andorinha e Carbonell.
Na lista de produtos com qualidade e melhor custo benefício estão O-live, Carrefour Portugal, Qualitá e Filippo Berio. Também foram aprovados no teste os azeites Borges, Cardeal, Cocinero, Gallo, La Española, La Violetera, Taeq, Serrata, Renata e Broto Legal Báltico.
Em nota, a empresa Olivenza, envasadora do azeite Torre de Quintela, informou que irá analisar o lote deste produto e verificar o ocorrido. A empresa informa ainda já estar trabalhando para que este tipo de imprevisto não ocorra e que vai se adequar à legislação brasileira afim de oferecer um produto de qualidade.
 Representantes do Tradição, Figueira de Foz, Pramesa, Lisboa e Beirão não foram localizados pela reportagem. Como há muita burocracia no procedimento adotado pelo Ministério para comprovar as fraudes,  a Proteste sugere aos consumidores ficarem atentos aos testes e a "boicotarem os produtos reprovados". 
Sete marcas foram consideradas impróprias para consumo, mas cinco puderam ser divulgadas.


 FONTE DA MATÉRIA:


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Agrotóxicos: Ameaça Invisível!!!










Você sabe exatamente tudo o que come? Às vezes pensamos que por fazer refeições ricas em vitaminas, minerais e fibras estamos garantindo que teremos uma vida mais saudável. Infelizmente, isso pode não ser verdade. Os vegetais que chegam à nossa mesa podem estar contaminados por agrotóxicos de diferentes tipos, e nos trazer danos à saúde muitas vezes irreparáveis.
Cada vez que você come salada com pepinos, cenouras, alfaces e pimentões ou saboreia morangos na sobremesa pode estar ingerindo doses homeopáticas de produtos tóxicos.
Agrotóxicos são substâncias químicas ou biológicas usadas para combater possíveis pragas e doenças que possam causar danos às plantações. Existem três tipos: herbicidas (agem sobre as ervas daninhas), inseticidas (combatem as pragas) e fungicidas (atuam sobre os fungos que causam danos aos tecidos das plantas).
A nocividade dependendo do tipo do agrotóxico pode muitas vezes chegar de imediato, logo após a ingestão do alimento contaminado como:  vômitos, náuseas, tonturas, vertigens, dores de cabeça, cólicas abdominais, desorientação e dificuldade respiratória são apenas alguns dos sintomas. Irritabilidade, nervosismo, tremores e convulsões também podem ser desencadeados por esse tipo de intoxicação.
Como se pode ver, a sintomatologia não é muito específica ou definidora. Por isso, é sempre bom contar com acompanhamento médico nessas situações. Somente um profissional de saúde habilitado poderá fazer o diagnóstico correto, solicitando exames e testes esclarecedores e averiguando o histórico do paciente como um todo. Nada de correr riscos, o importante é procurar ajuda antes que o quadro evolua.

Em 2015, um caso que repercutiu muito na mídia, foi o do menino de sete anos morreu depois de comer uma couve que estava contaminada com agrotóxicos, em uma fazenda de Porto dos Gaúchos, a 644 km de Cuiabá, onde morava com os avós. Após passar mal, a criança foi levada ao hospital e morreu. De acordo com a Polícia Civil, o menino teria comido uma porção de couve durante o almoço com a família. A hortaliça era cultivada em uma horta da fazenda. A suspeita da polícia é de que houve excesso na quantidade do agrotóxico ou aplicação incorreta do produto.
O melhor é ter sua horta orgânica em casa ou comprar apenas alimentos orgânicos. 

REFERÊNCIAS:

- MENEZES FILHO, Adalberto. Desenvolvimento, validação e aplicação de metodologias para determinação de resíduos de agrotóxicos em manga por SPME-GC-MS e SPME-HPLC-UV-Vis. 2016.
- MARTINI, Luiz Carlos Pittol et al. Uso da prescrição de agrotóxicos no Brasil: um estudo de caso na região de Tubarão-SC. Extensio: Revista Eletrônica de Extensão, v. 13, n. 23, p. 71-82, 2016.
- DIAS, Isabel Cristina Lopes et al. PROSPECÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA SOBRE MÉTODOS DE DETECÇÃO DE AGROTÓXICOS EM AMOSTRAS DE ÁGUA. GEINTEC-Gestão, Inovação e Tecnologias, v. 6, n. 1, p. 2874-2884, 2016.
- CHAIM, ALDEMIR; VALARINI, PEDRO JOSÉ; PIO, LUIZ CESAR. Avaliação de perdas na pulverização de agrotóxicos na cultura do feijão. Pesticidas: Revista de Ecotoxicologia e Meio Ambiente, v. 10, 2015.
- CARNEIRO, Fernando Ferreira et al. Dossiê ABRASCO: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde. 2015.
- ARAUJO, Julyanner Leite Mélo Regis de et al. Ação educativa contra o uso de agrotóxicos na universidade aberta à Maturidade–UAMA/UEPB/BRASIL. In: V Congreso Latinoamericano de Agroecología-SOCLA (La Plata, 2015). 2015.

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CÚRCUMA PARA ANSIEDADE E DEPRESSÃO:



FONTE DA IMAGEM: https://www.webteb.com

A cúrcuma é uma especiaria rica em compostos antioxidantes que podem deter o dano oxidativo causado pelos radicais livres sobre as células, prevenindo o desenvolvimento do câncer e o envelhecimento precoce.
Seu benefício contra esta doença mental se deve à ação da curcumina, um ativo anti-inflamatório que estimula a neurogênese no cérebro, cujos níveis baixos se relacionam com a maior tendência à depressão.
Recentemente, um estudo realizado na Califórnia (EUA) identificou que o consumo de cúrcuma pode ser interessante para a prevenção de desordens que afetam o sistema nervoso central. Além de reduzir a inflamação neste sistema, os autores supõem que este composto bioativo otimiza a conversão do ácido alfa linolênico em ácido docohexaenoico (DHA).
O DHA é relatado como essencial para a função cerebral, por fazer parte de diversas estruturas celulares que compõem o sistema nervoso central. Desta forma, os autores verificaram que a administração de cúrcuma pode ser uma interessante estratégia para reduzir alterações cognitivas – como a ansiedade – especialmente em populações que apresentam baixo consumo das fontes alimentares de DHA, como os peixes.
A cúrcuma tem despertado atenção de grupos de pesquisa como a ESALQ (Grupo de Estudos em Alimentos Funcionais-GEAF) por suas inúmeras propriedades funcionais, dentre elas, a ação antidepressiva. Uma das hipóteses mais aceita pelo meio científico é que o condimento cúrcuma atua no organismo aumentando a disponibilidade de alguns neurotransmissores, tais como a serotonina.
Ao modular esses biossinalizadores a cúrcuma poderia reduzir os níveis da enzima Monoamina Oxidase, a qual é responsável pela diminuição da disponibilidade de serotonina (neurotransmissor) envolvido na regulação de temperatura, indução do sono e regulação dos níveis de humor.
Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a segunda maior causa de comprometimento funcional serão os transtornos depressivos, perdendo somente para as doenças coronarianas. Esta projeção, associada à alta prevalência de sintomas depressivos na população, associada às outras doenças, ressalta a necessidade da familiarização de equipes da saúde com o diagnóstico e tratamento desse problema de saúde pública.
Segue abaixo uma receita especial com cúrcuma para combate a ansiedade e depressão:

Suco verde de pepino com cúrcuma

Ingredientes:
- 1 pepino médio (1 xícara de pepino picado)
- 3 folhas de acelga
- 3 folhas de couve
- 1 talo de hortelã
- 1 pedaço com cerca de 1 cm de cúrcuma fresco
- 1 xícara de água

Modo de preparo:
Coloque o pepino e a xícara de água. Bata no liquidificador. Em seguida, acrescente as folhas e por fim, o cúrcuma fresco. Caso queira adoçar, use a batata yacon, ideal para quem deseja controlar os níveis de açúcar no sangue. Passe o suco por um coador e em seguida esprema metade de um limão rosa.

REFERENCIAS:
- LAURITZEN, L.; BRAMBILLA, P.; MAZZOCCHI, A. et al. DHA effects in brain development and function. Nutrients; 8(1), 2016.
- JIMÉNEZ-OSORIO, A.S.; MONROY, A.; ALAVEZ, S. Curcumin and insulin resistance-molecular targets and clinical evidences. Biofactors; doi: 10.1002/biof.1302; 2016.
- WU, A.; NOBLE, E.E.; TYAGI, E. et al. Curcumin boosts DHA in the brain: implications for prevention of anxiety disorders. Biochim Biophys Acta; 1852(5): 951-61, 2015.
- BARANKEVICZ, Gizele Bruna. Poder antioxidante da cúrcuma (Curcuma longa L.) nos parâmetros neuroquímicos em ratos induzidos a depressão. 2015. Tese de Doutorado. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz.
PERES, Anne Seliprandy; VARGAS, Eliza Garonci Alves; DE SOUZA, Vagner Vagner Rocha Simonin. PROPRIEDADES FUNCIONAIS DA CÚRCUMA NA SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL. REINPEC-Revista Interdisciplinar Pensamento Científico, v. 1, n. 2, 2015.

REFERENCIA ESPECIAL: vponline.com.br 

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E-book Receitas Especiais Nutricionista MsC. Cristiane S. Oselame